A depressão Kristin foi uma tempestade que desafiou Portugal e revelou o verdadeiro poder da união.
Na noite de 28 de janeiro de 2026, a zona centro do país foi fustigada por ventos que ultrapassaram os 200 km/h, deixando um rasto de destruição especialmente no distrito de Leiria.
O evento meteorológico causou elevados danos em habitações, empresas, escolas e áreas florestais, dando origem a uma crise humanitária que impactou milhares de vidas. Famílias desalojadas, comunidades sem acesso a eletricidade, água e comunicações, e negócios com prejuízos avultados marcaram este cenário desafiante.
Perante a adversidade e falta de recursos para recuperar o que fora destruído, o país respondeu com gestos de apoio: doar bens de primeira necessidade às famílias afetadas, a dar suporte às instituições e bombeiros locais, e a mobilizar voluntários que estiveram no terreno a prestar apoio às vítimas, a fazer limpeza e iniciar o processo de recuperação.
A reconstrução não termina quando já não é notícia.
Dois meses depois, ainda há famílias a enfrentar dificuldades e muito por reconstruir. Cada ação pode fazer toda a diferença! Nos meses de fevereiro e março, a TP mobilizou os seus voluntários em iniciativas para continuar a apoiar a população das zonas afetadas pela tempestade.
Um exemplo de atividade foi no dia 18 de março, onde a equipa partiu de Lisboa até Monte Real, em Leiria, para dar continuidade a este compromisso: limpar as ruas da vila e propriedades, que ainda tinham alguns destroços de muros e de árvores caídas, organizar bens essenciais, e distribuí-los pelas famílias tanto na vila como em zonas mais isoladas.
Mais do que ajudar, estas ações criam um impacto real: fortalecem comunidades, devolvem esperança e, no caso dos voluntários da TP que participaram, inspiram-nos e reforçam o espírito de equipa!
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